Verdades de Portugal + Sociedade (não será agradável a leitura) parte 1


Apesar da longa ausência no blog, em si, ainda existe, ainda está vivo e continuará a existir, assim sendo comecemos no tema...

Irei literalmente dissecar um pouco de Portugal e da sua Sociedade em pleno final de 2018, fica a dica que não se trata de cores partidárias, não se trata de cores clubísticas, nem a preferências por telhados de vidro ou corrupção, é um texto meramente informativo e daqueles que levam a investigação e o estudo a sério, vá o que o jornalismo está a perder ou a classe jornalística, e começamos por aí...

A classe jornalística, cada vez mais tem alunos e estagiários, como os ditos "profissionais", o que não é mau, é sinal que ou tem saída ou que gostam da área, a problemática é se se está a dar a formação correcta, se há lugares para todos os que querem singrar na sua área de gosto, ou se apenas são escolhidos a dedo, os que se vendem ou deixam influenciar ou permitem o lápis corrector a troco de uns 580€, ficando com a possibilidade de ver o seu nome manchado, porque é o que dará a cara, de algo que eventualmente nem quis escrever ou ler, mas como se subjugou a tal e sem os 580€ no final do mês, estaria debaixo da ponte, lá acata as ordens de cima, esta é a problemática do jornalismo, ou um dos graves problemas e o mais interessante é que ninguém quer saber, porque ou temos consumidores leigos (burros/ignorantes vá), ou temos daqueles que calam e comem, porque afinal de contas tudo o que aparece na televisão é "verdade", uma espécie de Wikipédia da telecomunicação, o interessante é que no Wikipédia qualquer um dos leigos, poderá lá escrever, sendo aceite ou não por moderadores que nada entendem do assunto ou com interesses e visões próprias, o que deixa o site a ser relativo em termos de veracidade.

Assim sendo, a mesma classe a nível de telejornal, o importante não é difundir notícias com conteúdo verosímil, o importante não é informar o telespectador, não é de noticiar informações úteis, isso tudo que acabei de mencionar, com sorte, serão 5 minutos no global dos 60 minutos de cada telejornal e isto quando não têm nada mais para com que preencher o segmento televisivo, então o que é importante? Nada mais, nada menos, que drama, desgraça, difamação, calúnia, e hipoteticamente ou alegadamente como está na moda trazer "fontes", agora se é mentira, não pedem desculpa depois de terem trazido calúnias e mentiras ao telespectador, fazem como se nada passasse e nada se passou, ignorasse o consumidor, porque mais uma vez é leigo ou cala e come, porque o que não cala e come em princípio já deixou de ver tal miséria. Mas como o Zé Tuguês, consome e gosta de consumir mentiras, talvez pela tal ignorância ou para se sentir dentro do seu umbigo superior a outrem, lá se satisfaz em ver mentiras na televisão e acreditar e fazer daquilo o princípio de algo, para fundamentar, e aqui chegamos aos comentadores de trazer por casa e analistas, que estariam em casa, lá devem ter ligado para algum lado, ou são amigos e enteados de algum dos directores e chegam lá, aos canais de televisão e debitam umas postas de pescada, uns mais cativantes que outros, ou porque se vestem bem de cara ou porque se dotaram mais de palavras, trazendo assim aquela vertente para o Zé Tuguês "ai é tão inteligente, fala tão bem" e na realidade apenas está a dar ali uma volta e não é ao bilhar grande e ninguém percebeu o início, porque nem meio e fim teve, mas ficaram todos impressionados, pela barbaridade de figura que se fez passar, e há muitos, e são todos especialistas, salvo o tempo em que para se ser especialista numa matéria, tinha primeiro de saber na teoria e na prática e ter anos daquilo, hoje em dia, qualquer badameco serve para aparecer na televisão, e há aqueles que evoluem tanto que começam numa classe, do género política, passa para economia e termina a falar de desporto, são todos fantásticos e todos sabem do assunto, estudarem horas a fios, é como o outro que antes de chegar a Presidente da República, que lia livros, deve ter lido os prefácios, enquanto vivermos numa Sociedade que vai pela gravata que veste e a cara de bacalhau que se manda aos vários temas que desconhece ou porque tem uma cartilha para debitar, este país continuará ignóbil.

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